quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Inteligências


Certa vez um capitão-de-mar-e-guerra encontrou um amigo dos tempos de escola, deste encontro resultou esta história.

C.M.G - Olá colega que é feito de ti.

Prof. - Então, tudo bem?

C.M.G – Vou bem, como vez segui a carreira militar na Armada. E tu?

Prof. - Eu sou Prof. na Universidade e estou muito satisfeito pela qualidade dos meus alunos pois são os crânios deste País.

C.M.G – Nada disso os marinheiros são os mais valentes e inteligentes deste Pais.

Esta discussão prolongou-se por horas e a amizade que estes homens nutriam um pelo outro esfumava-se.

C.M.G – Caro amigo, vamos tirar isto a limpo, vamos organizar um concurso e pôr frente a frente, um marinheiro e um dos teus alunos e veremos quem é o mais inteligente. Concordas?

Prof. – Certamente caro amigo, desafio aceite.

Marcaram a hora, dia e local.

Finalmente chegou o dia que todos aguardavam, antecipadamente os protagonistas desta história escolheram os seus representantes, o C.M.G escolheu um marinheiro, e o Prof. escolheu o seu.

O marinheiro acordou e reparou que estava atrasado, como não teve tempo de tomar o pequeno-almoço agarrou um papo-seco do refeitório e meteu-o no bolso. Quando chegou ao local combinado já lá se encontrava o estudante que prevendo o inicio do desafio mostrou um dedo ao marinheiro este imediatamente mostrou-lhe dois dedos o estudante mostrou-lhe três dedos, o marinheiro mostra-lhe o punho serrado, o estudante mostra-lhe uma maçã o marinheiro abana a cabeça e mostra-lhe o papo-seco. O estudante sai da sala e dirige-se aos dois amigos, estes curiosamente inquirem o estudante.

Prof. – Então rapaz, relata-nos o que aconteceu.

Estudante. – Prof. Estou desolado mas tenho que acreditar que os marinheiros são muitíssimo inteligentes e passo a explicar. Quando o marinheiro entro na sala eu mostrei-lhe um dedo indicando que existe um só Deus, ele mostrou dois dedos indicando que eram Pai e Filho, de seguida mostrei três dedos indicando-lhe assim a trindade, Pai, Filho, e Espírito Santo ao que ele mostrando-me o punho serrado assinalou que todos juntos eram um só, assim mostrei-lhe a maçã que representava o inicio da criação, o marinheiro mostro-me um papo-seco representando o corpo de Cristo, pois Deus foi o primeiro e nós fomos criados á Sua imagem e semelhança.

O C.M.G olhou para o Prof. E disse orgulhoso:

C.MG – Eu bem te avisei, os marinheiros são a inteligência destes pais, embrulha.

O C.M.G berrou chamando o marinheiro que aguardava na outra sala, este veio imediatamente.

Marujo – Sim meu comandante, vossa senhoria deseja alguma coisinha?

C.M.G – Conta-nos o que se passou na sala com este estudante.

Marujo – Bom …meu comandante eu …

C.M.G – Raios e coriscos, conta de uma vez o que se passou.

Marujo – Foi assim. Eu entrei na sala e aquele rapaz disse que me enfiava um dedo num olho, eu disse que lhe enfiava dois, ele replicou que me enfiava três dedos nos olhos, eu disse que lhe dava um muro nas ventas, se eu queria uma maçã, eu disse que não, e mostrei o papo-seco dizendo que já estava servido.

 

 

Adaptação de um conto original da revista da Armada

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Maior cão do mundo



É um Mastim inglês com 97 cm de pescoço e pesa 128kg.  As patas são do tamanho de raquetes de ténis de praia.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Foi uma sorte ouvir.


Quando criança contou-me o meu avô, a partida que um dia pregou a umas camponesas que trabalhavam a terra junto a uma floresta.

 O meu avô que regressava da costureira, tendo-lhe esta  confeccionado umas ceroulas, lembrou-se este em pregar um susto às pobres mulheres que trabalhavam a terra. Vestiu as ceroulas por cima das calças e desatou a correr na orla da floresta, a brancura das ceroulas contrastou com a penumbra da floresta, pois era já no final da tarde, as mulheres vendo este cenário desataram a gritar e fugiram espavoridas, gritando que era o Tardo (Tardo, espécie de duende que aprecia pregar partidas no final da tarde) o meu avô fartou-se de rir com o susto que lhes havia pregado.

Há noite na taberna ouviu uns homens a urdirem um plano para apanhar o tratante armado em Tardo que havia incomodado as suas mulheres.

O meu avô nunca mais lá passou, pois foi uma sorte ele ter ouvido a conversa.

E foi assim que o meu avô me contou.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Mãe e filho Rezando na Birmânia


Essas fotos não passam na verdade de um grande boato que rodou a internet como sendo verdadeiras. Não passa de uma pintura feita pelo Jae Hong Kim, artista coreano famoso.

domingo, 27 de setembro de 2009

A LENDA DAS SETE CIDADES AÇORES

Conta a lenda que o arquipélago dos Açores é que hoje resta de uma ilha maravilhosa e estranha, onde vivia um rei possuidor de um grande tesouro e uma imensa tisteza por não ter um filho que lhe sucedesse ao trono.

Esta dor tornava-o amargo com a sua rainha estéril e cruel com o seu povo. Mas uma noite perante os seus olhos desceu uma estrela muito brilhante dos céus que aos poucos. decorreram se foi materializando numa mulher de beleza irreal envolta em luz prateada, com uma voz que mais parecia música essa mulher prometeu-lhe uma filha bela como o sol sob a condição que o rei expiasse a sua crueldade e injustiça através da paciência.

O rei teria que contruir um palácio rodeado por sete cidades cercadas por muralhas de bronze que ninguém podia traspor. A princezinha ficaria aí guardada durante trinta anos longe dos olhos e do carinho do rei.

O rei aceitou o desafio. Decorreram 28 anos e com eles cresceram a impaciência e o sofrimento do rei, que um dia nao aguentou mais apesar de ter sido avisado que morreria e que o seu reino seria destruido, o rei dirigiu-se às muralhas, desembainhou a espada e nela descarregou a sua fúria. Uma verde

A terra estremeceu num ruído terrivel e das suas entranhas saíram linguas de fogo enquanto que o mar se levantou sobre a terra e a engoliu.

No fim, de tudo restaram apenas as nove ilhas dos Açores  e o palácio da princesa, tranformado agora na Lagoa das Sete Cidades  dividida em duas lagoas: Uma verde como o vestido da princesa e a outra aul da cor dos seus sapatos

sábado, 26 de setembro de 2009

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Contos e Ditos

Ao falarmos nos contos e ditos, estamos a falar de sabedoria,  das crenças populares e informações que passam de boca em boca às quais se acrescentam ou tiram pontos.